O que você diz vs o que você faz: posicionamento e marca

Toda organização tem um propósito - o motivo pelo qual ela existe e aquilo que orienta suas ações. A partir do propósito vem a estratégia (como pretende alcançar isso) e depois a operação (o que as pessoas fazem concretamente).

Mas existe uma pergunta que fica por trás de tudo isso: como queremos ser percebidos pelos nossos públicos? A resposta a essa pergunta é o posicionamento institucional - a forma como você quer que a organização seja vista.

Um exemplo real: Apple

Ao longo dos anos, a Apple construiu uma percepção fortemente associada a inovação, design, tecnologia e produtos premium. Ela não precisa escrever em toda propaganda "somos inovadores" - ela constrói essa percepção através de produtos, design, lojas, publicidade, embalagem e a própria experiência do consumidor. 

Ou seja: posicionamento não é apenas o que a empresa fala. É também o que ela faz e como é percebida.

Marca não é só logotipo

Marca é uma representação que pode usar nome, símbolo, desenho, cores - e pode representar muito mais que um produto: um serviço, uma pessoa, um projeto, uma causa, uma ideia. É por isso que empresas contratam atletas e celebridades como embaixadores: a pessoa já carrega uma imagem construída (desempenho, disciplina, excelência), e a marca tenta associar essas características a si mesma.

A armadilha da coerência

Para uma estratégia de marca funcionar, precisa existir coerência entre objetivos, aquilo que a empresa transmite e aquilo que ela oferece na prática. Se uma empresa diz "somos sustentáveis" mas joga resíduos de forma irregular, a comunicação diz uma coisa e a realidade diz outra - e quando isso acontece, a comunicação perde credibilidade.

Quanto maior a distância entre discurso e prática de qualquer empresa, maior o problema de coerência.

💼 Na RSTech: O posicionamento da empresa é "somos uma empresa de tecnologia simples e acessível". 

Isso precisa aparecer em tudo: na marca, no nome, na identidade visual - e, principalmente, no próprio aplicativo. 

Se o app da RSTech tivesse 8 etapas complicadas para completar uma ação simples, existiria uma incoerência gritante entre o que a empresa diz ser e o que ela realmente entrega.



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